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ArcelorMittal colhe benefícios do modelo híbrido

Conglomerado multinacional corta de três para um prédio após consultoria com a Wiser Experience.

Conglomerado multinacional colhe benefícios do modelo híbrido

Foto: Canva.com / Cottonbro

Fica a cada dia mais claro que o trabalho híbrido vai ganhar, em definitivo, a guerra entre o serviço presencial e o home office. Exemplos ao redor do mundo e pesquisas, com empresas e profissionais, são a prova disso. Mas restam muitas dúvidas, principalmente, para os executivos e gestores. Como, por exemplo, tirar o melhor proveito deste modelo tanto para as empresas como para os profissionais? Bruno Justo, CEO da Wiser Experience, tem a resposta na ponta da língua: "é possível achar o equilíbrio correto entre a redução de custo para a empresa, sem perder a produtividade, por conta dos muitos benefícios diretos e indiretos percebidos pelos profissionais".

Bruno Justo, CEO da Wiser Experience.

A Wiser, empresa global de worktech gerida no Brasil, é uma plataforma tecnológica que trabalha dados e busca o melhor equilíbrio do trabalho remoto, cortando custos operacionais e melhorando a operação. Segundo pesquisa da empresa, um colaborador de grandes cidades ganha 22 horas/mês ao trabalhar no formato híbrido de 3 dias no escritório e 2 remotamente, pois foi considerado o tempo médio de deslocamento dos trabalhadores nas metrópoles. Outro dado do estudo é a redução de custos, de muitas empresas, com despesas fixas e variáveis de ocupação de espaço (gastos com aluguéis e até diminuição de unidades necessárias).

Com a implementação do modelo híbrido, a ArcelorMittal, conglomerado industrial multinacional, conseguiu cortar de 3 para 1 prédio para abrigar os profissionais de uma unidade. Segundo Sofia Trombeta, diretora de pessoas, saúde e bem-estar da empresa na América Latina, a plataforma da Wiser ajudou nesse processo. No dia a dia, o software permite que os profissionais reservem salas de reunião, armários, vagas no estacionamento e até locais no refeitório, o que contribui para a produtividade e bem-estar no ambiente de trabalho. 

"Pesquisas e mais pesquisas mostram que este é o modelo ideal para a maioria dos profissionais e que a recusa por parte das empresas iria causar uma fuga de talentos e dificultar a contratação de novos talentos", afirma Bruno Justo. O empresário cita pesquisa do Google/IDC, que revela como 65% dos funcionários no formato presencial trocariam de emprego para trabalhar de forma híbrida.


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