Quando o controle de acesso deixa de ser catraca e vira motor de eficiência de forma muito simples, intuitiva e escalável

Para a Easy5, controle de acesso não é sobre barrar pessoas, mas destravar processos, reduzir custos e transformar a operação dos prédios de forma simples e gerando economias robustas

Por Léa Lobo

Quando o controle de acesso deixa de ser catraca e vira motor de eficiência de forma muito simples, intuitiva e escalável

Foto: Divulgação 


A Easy5 Soluções nasceu de uma necessidade real. Em 2020, no meio de um cenário desafiador, Gabriel Peitl Meduri e seu sócio precisaram implantar uma solução de controle de acesso. O problema é que o mercado oferecia exatamente aquilo que eles não queriam, ou seja, projetos complexos, excesso de hardware, dependência de especialistas certificados e uma jornada de compra lenta e cheia de atritos. A resposta veio na forma de um conceito simples e ambicioso, ser “easy” do começo ao fim.

Desde o nome até a filosofia de produto, tudo na Easy5 Soluções foi pensado para simplificar. A lógica tradicional de projetos longos, cheios de variáveis técnicas e infraestrutura pesada foi substituída por um modelo direto ao ponto. O integrador não precisa ser especialista, nem certificado. Basta ligar, pedir cinco licenças para leitores faciais, por exemplo, e pronto. Sem planilhas infinitas, sem cálculos de entradas, saídas e controladoras. O prédio precisa rodar. E rápido.


Menos infraestrutura, mais resultado

A simplificação não é apenas conceitual. Ela se traduz em menos servidores, menos equipamentos, menos manutenção e menos dependência operacional. Na prática, isso significa projetos até 30% ou 40% mais baratos do que soluções concorrentes, sem perda de qualidade. Pelo contrário, com menos pontos de falha, a operação ganha robustez.

Para o cliente final, o impacto é imediato. A implantação é mais barata, o suporte é menor, o treinamento é simples e a operação exige menos gente. Uma única tela resolve tudo, pois inclui o cadastro de visitante, foto, cartão, placa do veículo, permissões e horários. Tudo em um ambiente limpo, intuitivo, pensado para quem está na ponta, recepcionistas, porteiros e operadores que não podem perder tempo.

“Esse desenho reduz filas, erros de cadastro e retrabalho. Em prédios com alto fluxo, como clínicas médicas e grandes complexos corporativos, o efeito é visível: menos tensão, mais fluidez e uma experiência muito melhor para quem entra e para quem opera”, completa Gabriel.


Controle de acesso como hub de automação

Quando o controle de acesso deixa de ser catraca e vira motor de eficiência de forma muito simples, intuitiva e escalável

Foto: Divulgação 


A grande virada, no entanto, está na forma como a Easy enxerga o controle de acesso. Para Gabriel Meduri, ele deixou de ser um “abridor de portas” para se tornar um hub central de dados e automação. Se alguém está dentro do prédio, essa informação passa pelo controle de acesso. E é aí que mora o valor.

Casos como o de uma grande indústria, mostram isso na prática. Um processo que antes exigia cinco portarias, técnicos dedicados e longas validações presenciais foi digitalizado. Hoje, prestadores de serviço recebem um link, fazem o cadastro, assistem a vídeos obrigatórios de segurança, respondem questionários e chegam à planta já liberados. O resultado, quatro portarias eliminadas, uma operação mais segura e uma economia de quase R$ 3 milhões em um único ano.

Em outro extremo, no Porto de Santos, a tecnologia foi usada para resolver um problema que nada tinha a ver, aparentemente, com acesso, que era o atropelamento de animais silvestres por excesso de velocidade. Integrando o sistema a lombadas educativas, a Easy passou a monitorar a velocidade dos veículos, cruzar dados, gerar alertas e aplicar regras automáticas. O custo ambiental caiu, as multas desapareceram e a gestão ganhou controle real sobre o comportamento dentro da operação.


Otimizar não é tirar pessoas, é tirar o caos

A automação promovida pela Easy não tem como objetivo eliminar postos de trabalho, mas reduzir falhas e gargalos. Em prédios com alta rotatividade, onde duas pessoas eram dedicadas apenas a cadastrar e descadastrar usuários, o processo foi transferido para os próprios ocupantes das salas. O resultado foi menos brechas de segurança, menos erros e uma recepção muito mais organizada.

Filas de quase 200 metros deram lugar a fluxos controlados, com menos atendentes e mais eficiência. Totens de autoatendimento, check-in automático por reconhecimento facial e integração com sistemas de workplace eliminaram conflitos, reservas duplicadas e confusão no dia a dia. A matemática é simples, menos atrito gera mais produtividade e uma experiência muito melhor para todos.

Esse mesmo raciocínio se estende às integrações com plataformas de workplace, estacionamento e RH. Reservou a mesa? O check-in acontece automaticamente ao passar pelo facial. Reservou a vaga? A leitura de placa resolve. Bloqueou no RH? O acesso é bloqueado em tempo real. Tudo conectado, tudo fluindo.

“No fundo, o que a Easy propõe é uma mudança de mentalidade. Questionar processos antigos, olhar a operação por outro viés e usar tecnologia não para complicar, mas para facilitar. Em um mercado historicamente engessado, a empresa aposta na simplicidade como estratégia e vem provando, na prática, que ser fácil pode ser altamente sofisticado”, finaliza Gabriel.


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