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Manutenção não é custo, é investimento estratégico!

Autobras aposta em inovação, gestão de gente e visão de longo prazo

Por Léa Lobo

Manutenção não é custo, é investimento estratégico

Na jornada da automação predial e da segurança eletrônica no Brasil, a Autobras tem protagonizado um papel cada vez mais influente. Com 12 anos de mercado, a empresa sediada em São Paulo carrega um DNA jovem e tecnológico como parte essencial de sua identidade — reflexo de um espírito inovador presente em suas soluções e na forma como enxerga tecnologia, gestão de pessoas e, acima de tudo, valor de longo prazo nos empreendimentos.

Em entrevista exclusiva ao Portal InfraFM, Guilherme Varago, CEO e fundador da Autobras, contou como transformou uma empresa de tecnologia em um verdadeiro organismo vivo, conectado com as mudanças geracionais, com a inteligência de dados e com a missão de ajudar o Brasil a evoluir culturalmente na forma de enxergar a manutenção predial.

DNA jovem, alma estratégica

"A Autobras é uma empresa jovem, mas com um time que pensa grande. Nosso diferencial está na forma como gerimos tecnologia e pessoas — entendendo as novas gerações não como um problema, mas como os consumidores do futuro", afirma Varago.

Atendendo desde edifícios comerciais, residenciais de alto padrão, indústrias, hospitais e até subestações em Angola, a empresa atua com dois braços principais: o departamento de sistemas e construções, voltado a obras novas e retrofits, e o departamento de serviços, responsável pela manutenção preditiva, preventiva e corretiva — este último, considerado por Varago a “menina dos olhos” da empresa.

Da automação à inteligência

A evolução do mercado de automação foi tema central da conversa. Se no passado a automação precisava nascer com o prédio, hoje ela pode ser implantada com muito mais agilidade, graças aos IoTs e à IA. O desafio? Saber o que fazer com tanto dado.

"Você pode ter uma tela bonita com gráficos impressionantes, mas se não transformar isso em ação, não adianta nada", explica Varago. “A IA dá o insight, mas a decisão ainda é humana. Por isso, o papel das plataformas integradas, que se conectam com sistemas de manutenção e operação, é vital para gerar resultado.”

Manutenção é o calcanhar de Aquiles do setor

Mas a maior provocação veio quando o assunto foi a cultura da manutenção no Brasil. Varago não economizou palavras ao criticar a falta de visão dos empreendimentos — especialmente condomínios — que não valorizam a continuidade operacional dos sistemas prediais.

“É triste. Investem milhões para construir um prédio inspirado em projetos europeus, mas depois não querem contratar um técnico residente para garantir o funcionamento adequado. Confundem garantia com manutenção e deixam o patrimônio se degradar já no primeiro ano”, dispara.

Para ele, o país ainda precisa amadurecer na percepção de que investir em manutenção é proteger ativos e gerar economia. “Lá fora, fazem manutenção até no rejunte do piso. Aqui, ignoram a subestação. É uma questão de cultura.”

Olhar de futuro

Mesmo diante das dificuldades culturais, a Autobras vem expandindo seu alcance com contratos de peso. Um dos destaques é o atendimento à Rede D’Or, com a manutenção de mais de 50 hospitais entre Rio e São Paulo.

O objetivo é claro: ajudar o mercado a perceber que tecnologia não é um luxo, e sim um pilar estratégico da gestão predial. “Precisamos mudar a mentalidade para que a automação e a manutenção sejam vistas como investimentos e não como despesas.”

Na minha opinião, a Autobras está cavando suas raízes no terreno certo. Enquanto muitos ainda enxergam automação como algo pontual, a empresa trabalha para mostrar que o verdadeiro diferencial está na continuidade, na inteligência aplicada e no cuidado com aquilo que não aparece na fachada, mas que sustenta todo o edifício por décadas. Manutenção é, sim, um ato de inteligência empresarial. E como diria Guilherme Varago: “Essa é a Autobras!”. E que bom que é.

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