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O transatlântico imobiliário continua em movimento

[Real Estate] Embora se espere desaceleração de lançamentos, a cidade de São Paulo segue em obras e com muita demanda por equipamentos

Quem mora ou transita nas proximidades de estações de metrôs e corredores de ônibus, em São Paulo, vê que a cidade se tornou um canteiro de obras de empreendimentos residenciais. As construções - em fases que vão da fundação ao acabamento - refletem o grande volume de empreendimentos lançados nos últimos dois anos. Diante de mais demanda pela locação de equipamentos para as obras, incorporadoras e construtoras estão tendo de planejar os pedidos com mais antecedência para assegurar que os cronogramas sejam cumpridos.

"Em São Paulo as empresas têm antecipado os planejamentos das obras em relação à compra e locação de equipamentos, que está mais desafiadora. A contratação de equipamentos de fundação, de gruas e de cremalheiras, por exemplo, tem exigido um planejamento antecipado de, no mínimo, quatro meses", destaca Rogério Santos, um dos fundadores da proptech UBlink. Em média, os valores de aluguel aumentaram 19% no último ano.

As obras em curso refletem lançamentos realizados desde meados de 2020. Até o primeiro semestre de 2021, as taxas de juros estavam em patamares historicamente baixos, o que estimulou incorporadoras a elevarem lançamentos, e consumidores a tomarem suas decisões de compra de imóveis. "Boa parte dos projetos apresentados são apartamentos compactos para locação futura. Há expectativa de crescimento do mercado de aluguel residencial nos próximos anos", ressalta Santos.

Mesmo com juros e inflação em alta, o setor imobiliário se mostrou aquecido na segunda metade de 2021 e nos seis primeiros meses deste ano, mas não se espera que o ritmo seja mantido de agora até dezembro diante do cenário macroeconômico desafiador e das incertezas decorrentes das eleições.

Na esteira desta movimentação, navega a UBlink, que  é uma startup que recria a experiência de compra e locação para clientes, proprietários de imóveis e corretores, por meio de tecnologia IBM, modelo de negócios desenvolvido pela KPMG, sistema de segurança da Truora e suporte legal do escritório Mattos Filho. Seu ecossistema torna mais simples, rápida e segura a negociação de imóveis para compra e aluguel, inovando em relação ao que proptechs conhecidas e empresas tradicionais de corretagem oferecem. Atualmente, acumula um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2 bilhões, com mais de 2.000 imóveis em carteira, e com a expectativa de chegar a mais de R$ 6 bilhões até o fim de 2022.

Foto: Divulgação. 


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