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Como o centro do Rio reviveu no pós-pandemia

Em dois anos, a região foi revitalizada e atrai interesse de diversas empresas.

Branded Content por Colliers

Por Mateus Murozaki

Como o Centro do Rio Reviveu no Pós-pandemia

Foto: Canva.com/luoman

Região que corria o risco de ser abandonada, hoje o centro do Rio de Janeiro está cada vez mais requisitado por proprietários. Mas qual é a história por trás dessa reconstrução, literal e simbólica, do espaço?

Antes de mais nada, é importante delimitar qual exatamente é a área que está sendo analisada. Leandro Cardoso, coordenador de inteligência de mercado da Colliers, explica: “O centro, para a gente, começa na Avenida Presidente Vargas, indo um pouco mais para a esquerda. Ele desce pela Avenida 31 de Março, vem por baixo pela Rua Riachuelo, depois sobe, passando pelo aeroporto, e retoma pela Presidente Vargas. Então, é dentro desse miolo aqui que a gente está chamando de centro”. Para uma visualização mais clara, basta ver o mapa abaixo:

Como o Centro do Rio Reviveu no Pós-pandemia

Foto: Divulgação

Tal região tinha excelentes índices de ocupação, mas era majoritariamente preenchida por empresas do setor de óleo e gás, que acabaram deixando a área, que ficou abandonada. Ygor Chrispin, gerente da área de escritórios da empresa, explica a situação com mais detalhes: “Desde um pouco antes da pandemia, o centro do Rio de Janeiro acabou sendo esvaziado. Muitas empresas que estavam lá, principalmente do setor de óleo e gás, saíram, e a região ficou um pouco esquecida. O centro ficou um pouco largado e acabou sendo tomado pelas condições sociais que ali estavam.”

O que injetou vida na área novamente tem a ver justamente com as empresas do setor de óleo e gás mencionadas pelo profissional. A Petrobrás passou a se recuperar financeiramente e a conseguir novos projetos, o que, por consequência, faz com que esses edifícios voltem a ser utilizados por aqueles que prestam serviços a ela.

Não se trata apenas dos setores de óleo e gás, porém. Chrispin aponta que há movimentação nos setores financeiros, educacionais, de tecnologia, saúde e uma presença significativa, mas não centralizada, do setor governamental. Até a própria Colliers se mudou do Porto para a área.

Tudo isso auxilia na reconstrução da região e proporciona novas oportunidades para o mercado imobiliário da cidade, com diversos edifícios de alto padrão sendo requisitados devido à questão vital da acessibilidade. A empresa atualmente monitora 78 empreendimentos na região, sendo 30 de alto padrão. O gerente de escritórios explica que este é um ano que deve fechar com absorção líquida positiva, ou seja, mais empresas entrando do que saindo da área, algo que já havia acontecido, em menor grau, em 2023, que foi um ano positivo, porém instável, enquanto 2024 apresentou melhora em todos os trimestres.

Cardoso ainda aponta que tudo isso ocorre apesar dos preços levemente mais altos em relação à média da cidade: “O preço do centro é maior do que a média da cidade, aproximadamente 3% acima. O centro hoje tem um preço médio de R$85,00. Só que, quando você olha a cidade como um todo, a média é de R$83,00. Então, você vê que tem um valor um pouquinho acima.”

Empreendimentos VALIA

A Colliers conta com alguns empreendimentos de alto padrão nessa região que exemplificam a importância da acessibilidade, como o Candelária Corporate, localizado estrategicamente perto de pontos importantes como o Porto Maravilha, o Aeroporto Santos Dumont e a ponte Rio-Niterói; e o Rio Office Tower, localizado ao lado do SAARA, o maior shopping a céu aberto da América Latina, que conta com ampla oferta de linhas de ônibus e metrô.

Caso tenha interesse em conferir o portfólio completo e contatar a equipe da Colliers, basta clicar aqui.


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