Novo Centro de Educação e Pesquisa Albert Einstein, em São Paulo

Local será revestido com tecnologia alemã autolimpante que utiliza a água da chuva

O Centro de Educação e Pesquisa Albert Einstein teve suas obras iniciadas no bairro do Morumbi, em São Paulo, e contará com a tecnologia desenvolvida com exclusividade pela Sto, que protege a superfície da ação do tempo por ser autolimpante, utilizando a água da chuva. O Stolit Limestone Lotusan foi aplicado em um muro interno do edifício, em uma área descoberta onde haverá incidência de chuva.

A linha StoLit Lotusan conta com a tecnologia Lotus-Effect, que imita a capacidade de autolimpeza da folha de lótus, foi patenteada há mais de 20 anos pela Sto. A tecnologia cria uma microtextura na superfície, imperceptível a olho nu, fazendo com que a área de contato da sujeira seja significativamente reduzida. A ação hidrofóbica, outra característica da tecnologia, que é ativada mediante a ação do sol o da chuva, faz com que os pingos escorram imediatamente, levando as partículas de sujeira. Assim, ao aplicar este revestimento há pouca necessidade de manutenção da superfície, mantendo o aspecto estético por maior período de tempo. Este benefício é ainda mais interessante para fachadas e paredes brancas ou de cores claras, que normalmente evidenciam mais a sujeira. Assim não é necessário repintar todo ano. O Stolit Lotusan pode ser aplicado em áreas externas e internas (neste caso, o seu desempenho muda sem o sol!).

Esta tecnologia foi tecnologia utilizada no muro do Centro de Educação e Pesquisa Albert Einstein, com um acabamento que traz o mesmo efeito do Limestone, mas foi aplicado de forma texturizada, e com uma tinta de excelente desempenho e alta durabilidade.

Este é o primeiro projeto do escritório Safdie Architects no Brasil. Está sendo desenvolvido em parceria com o Perkins+Will e construído pela Racional Engenharia. Batizado de Campus Cecilia e Abram Szajman, será uma das instituições mais avançadas da América Latina para estudos médicos e contará com inovações nos métodos e tecnologias do aprendizado, além de laboratórios de pesquisa flexíveis capazes de se adaptar à evolução das técnicas hospitalares. O projeto possui um exuberante jardim interno com diferentes níveis, áreas de encontro e salas de aula encobertas por uma inventiva cobertura de vidro que evoca a sensação de se estar debaixo da sombra de uma árvore.

Localizado em um terreno em aclive, o projeto toma proveito da topografia e se divide em duas alas - uma dedicada à pesquisa, outra ao ensino - conectadas por um átrio ajardinado no centro do edifício. O programa, distribuído em salas de aula, laboratórios, escritórios, um auditório e uma cafeteria, é organizado ao longo de uma série de desníveis. A conclusão está prevista para este ano e aumentará a capacidade do complexo que passará a atender quatro mil estudantes.

Foto: Divulgação.


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