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Casa pronta em condomínios horizontais ganha espaço dentro de construtoras

[Real Estate] Segundo incorporadoras, pessoas preferem adquirir imóvel pronto

Terceira e última etapa do Condomínio Alto da Boa Vista, em Goiânia, foi lançada recentemente e deve aquecer ainda mais o mercado imobiliário

Levantamento da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit), em conjunto com a instituição de pesquisa Brain Inteligência Estratégica, feito no final do ano passado com empresas do setor, apontou que 70% dos incorporadores do País pretendiam investir em residenciais, sendo 38% em loteamento residencial e 32% em casas de condomínios horizontais em 2022. Os números mostram a força do setor, que atrai interesse do público tanto para moradia quanto para investimento.

E em Goiânia não é diferente, um dos condomínios horizontais pioneiros na cidade a entregar a casa pronta ao comprador, o Alto da Boa Vista, localizado na Perimetral Norte, é um sucesso há muitos anos e acaba de lançar sua etapa final. "A expectativa é muito boa, a procura por casa em condomínio ainda é muito grande, as pessoas querem ter esse conforto de morar em uma casa, principalmente no local, que tem uma área verde grande e muitas opções de lazer", detalhou o incorporador Karol Wojtyla Medeiros no meeting para profissionais do mercado imobiliário.

Ele, que é diretor da Taguary Engenharia, uma das incorporadoras do empreendimento, ressalta que as pessoas se sentem seguras ao comprar em um condomínio pronto. "Elas sentem confiança ao adquirir um empreendimento que já está consolidado, ou seja, tem toda a área de lazer entregue, já vive o condomínio. É diferente dele comprar uma promessa de um terreno. Ele vive o empreendimento desde o momento da aquisição", afirma Karol.

O engenheiro Murilo Guimarães Melo, diretor da Construtora Guimarães, salienta a importância do condomínio já entregar ainda as moradias prontas para os clientes. "Muitas pessoas evitam o desgaste de ter que passar pelas obras, contando com profissionais que muitas vezes não têm aquela garantia de qualidade ou procedência. No caso do Alto da Boa Vista, a pessoa já recebe a casa pronta, com a garantia do produto, podendo usufruir dela mais rápido e com menos dor de cabeça. Uma casa que vai estar de acordo com aquelas necessidades que ela já espera. A pessoa já sabe exatamente como vai ser, qual é o acabamento e não precisa passar pelo desgaste de uma obra posterior. Adquire um lote e consegue depois entrar para casa pronta".

Diretor da Tropical Urbanismo, Marcelo Costa destaca que o condomínio horizontal de sobrados é um produto único na cidade. "Realmente não tem outra possibilidade de ter um produto desse dentro de Goiânia. É uma área muito grande, pouquíssimo adensada, um lugar maravilhoso, tem um bosque gigante. Se olhar hoje no entorno, o Alto da Boa Vista não tem concorrente direto, justamente por isso, pelo pouco adensamento, pelo tamanho da área e pela localização". 

A vontade de morar em lugar aberto, com área verde, é ressaltada pelo sócio Régis Rodrigues de Medeiros, principalmente por influência dos últimos acontecimentos, como a pandemia da Covid-19. "Por mais que a pandemia melhorou, as pessoas ficaram com o pensamento de que a qualquer hora pode voltar alguma coisa. Há uma angústia de viver em apartamento, não ter uma área. acho que todo mundo vai ter esse pensamento. Muita gente vai começar a ter filhos, eu mesmo tive que mudar na pandemia, porque tenho uma filha de 1 ano e meu apartamento não suportava, eu tive que mudar para casa. Todo mundo busca ter seu espaço, uma coisa mais aberta", afirma.

O Alto da Boa Vista, na região noroeste de Goiânia, é composto por sobrados de 126 m², construídos em lotes que variam de 175 m² a 206 m². Os sobrados construídos no residencial possuem três quartos, sendo uma suíte, garagem para quatro veículos (com duas vagas cobertas) e quintal privativo. O condomínio possui duas etapas entregues, um total de 250 casas, e acaba de lançar a terceira fase de sua terceira etapa, que terá os últimos 32 sobrados do condomínio.

Os sócios do Alto da Boa Vista, Marcelo Costa, Régis Medeiros, Karol Wojtyla e Murilo Guimarães falam sobre o mercado de condomínios horizontais

Foto: Divulgação. 


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