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Statkraft oferece energias renováveis no Mercado Livre

Migração pode gerar, em média, economia de 18%

Alternativas que contribuam com a sustentabilidade no consumo de energia elétrica no Brasil e ao mesmo tempo reduzam os custos das empresas com a luz são apostas da Statkraft para ampliar ainda mais o número de clientes no segmento do Mercado Livre de Energia.

Entre os benefícios, o Mercado Livre de Energia é um ambiente de negociação em que os consumidores podem definir prazo, volume e forma de pagamento diretamente com as geradoras ou comercializadoras de energia elétrica. "O principal atrativo para as empresas que compram neste segmento é poder escolher o seu fornecedor de energia. Assim, elas contribuem ativamente com a preservação ambiental, uma vez que têm o poder de utilizar as fontes alternativas de energia para a geração de sua demanda, além de escolher parceiros que possuem sólidas práticas ESG", declara Pablo Becker, VP Comercial da Statkraft Brasil.

Atualmente, é possível comprar energia renovável rastreável com garantia de origem no Brasil. "O Certificado Internacional de Energia Renovável (I-REC) nos ajuda a certificar a origem da energia e garante que a operação seja sustentável, com respeito às regras e aos procedimentos da instituição que certifica rastreamento de atributos de eletricidade (RECs), internacionalmente reconhecidos, comercializáveis e confiáveis", afirma Pablo.

Com a migração para o Mercado Livre de Energia, é possível alcançar, em média, 18% de economia, quando comparado com o mercado cativo, no qual os consumidores são atendidos pela distribuidora da região e não têm poder de negociação do preço referente ao serviço prestado. "Essa economia depende do perfil de consumo da empresa e da distribuidora pela qual a energia será adquirida", diz o executivo.

Segundo o Sebrae, a conta de luz representa mais de 15% de todos os gastos de uma empresa. "Uma vez que o consumidor atinge os requisitos para a entrada no mercado livre de energia, não há limitação mínima de volume contratado. Porém, por exigência da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), os consumidores deverão ter o lastro de energia para toda a demanda prevista", contextualiza Pablo.

Existem dois tipos de consumidores livres: os consumidores livres "tradicionais" e os consumidores especiais. Os consumidores livres tradicionais devem possuir, no mínimo, 1.000 kW de demanda contratada e podem contratar energia proveniente de qualquer fonte de geração. Já os consumidores especiais devem possuir demanda contratada igual ou maior a 500 kW e podem contratar energia proveniente das chamadas fontes especiais de energia, entre as quais, usinas eólicas, solares, de biomassa, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) ou hidráulica de empreendimentos com potência inferior ou igual a 50.000 kW.

Apesar da Statkraft não oferecer o serviço de gestão dos contratos de energia dos seus clientes, a companhia apresenta condições comerciais bem alinhadas com o mercado, como flexibilidade, sazonalização e modulação e ainda possui também soluções para demandas específicas. "A Statkraft opera nos mercados de curto, médio e longo prazo. Sendo assim, não há limitação de período mínimo e nem máximo para o suprimento de energia para o cliente", declara o executivo.

Ainda restrito a grandes consumidores, mas com perspectivas de estar acessível a todos nos próximos anos, o Mercado Livre de Energia Elétrica vem registrando amplo crescimento, desempenho refletido em indicadores como faturamento, quantidade de consumidores e volume de energia movimentada. "O ambiente de contratação livre também tem sido o principal vetor do desenvolvimento de energias de fontes renováveis, impulsionando a transição energética e a economia de baixo carbono", destaca Pablo.

Em 2021, os agentes do Mercado Livre de Energia registraram faturamento recorde, com negociações de R$ 162 bilhões, crescimento de 32,8% em relação aos R$ 122 bilhões negociados em 2020. O segmento passou, em 2021, a responder por 34% de toda a eletricidade consumida no Brasil. As discussões sobre a abertura total do mercado também ganharam adesão e importância em vários segmentos atualmente. "Ao passo que antes, esse assunto era levantado como bandeira apenas pelos comercializadores", conclui o executivo.

Foto: Divulgação/Statkraft


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