Cibersegurança para ambientes de infraestruturas críticas industriais

Roadshow traz uma análise sobre o futuro da segurança digital contra ameaças crescentes.

Por Léa Lobo

CIBERSEGURANÇA PARA AMBIENTES DE INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS INDUSTRIAIS

Foto: Divulgação

No último dia 25 de novembro, a TI Safe, empresa pioneira em segurança cibernética para ambientes industriais, realizou um evento estratégico para debater os desafios e avanços da cibersegurança em infraestruturas críticas. O encontro reuniu especialistas e líderes do setor para discutir as ameaças crescentes à Indústria 4.0 e apresentar soluções inovadoras para a proteção de áreas de Tecnologia Operacional (TO). O evento contou com apresentações de peso, incluindo:

•    Thiago Branquinho, cofundador e CTO da TI Safe, que abordou a transformação da segurança com ICS-SOC (Industrial Control Systems Security Operations Center), inteligência artificial e inovações específicas para infraestruturas críticas.

•    Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe, que apresentou a assinatura de segurança cibernética industrial, uma solução integrada para a proteção de ambientes de OT (Operational Technology).

•    Nicolas Hotz, representante do Grupo Thales, que discutiu o papel das comunicações criptografadas em ambientes industriais.

Uma das novidades durante o evento foi o uso do “Safer” para responder as dúvidas da audiência sobre esta plataforma robótica inovadora projetada para auxiliar na cibersegurança de sistemas críticos. Ao contrário dos robôs tradicionais, o Safer é uma solução especializada em diagnósticos, detecção de anomalias e monitoramento em tempo real de redes industriais. Integrado ao ICS-SOC, a ferramenta se posiciona como um diferencial para responder rapidamente a incidentes em setores como energia, transporte e saúde.

Estudos recentes da Gartner indicam que até 2027, 17% dos incidentes cibernéticos globais serão impulsionados por IA generativa, o que deve elevar os investimentos em cibersegurança de US$ 183,9 bilhões em 2024 para US$ 211,5 bilhões em 2025, um aumento de 15,1%.

A TI Safe já sente essa tendência em sua base de clientes, com aumento significativo nos investimentos em segurança cibernética. Segundo Branquinho, "o Brasil está evoluindo na maturidade em cibersegurança, o que pode nos tirar da vice-liderança entre os países mais atacados do mundo".

Segundo o CEO Marcelo Branquinho, o aumento de 30% nos ataques cibernéticos a infraestruturas críticas no último ano é alarmante e evidencia a necessidade de soluções robustas. “A falta de treinamento e a baixa adesão a medidas de segurança tornam as empresas vulneráveis a ameaças como phishing e ransomware, comprometendo serviços essenciais e impactando a sociedade como um todo”, alertou ele.

Durante o evento também foram destacadas tecnologias avançadas como:

•    TI Safe Jump: Um sistema de controle de acesso remoto seguro, baseado em autenticação multifatorial e padrões AAA (autenticação, autorização e auditoria).
•    Inteligência Artificial aplicada à análise de ameaças: Ferramentas que elevam a capacidade preditiva e de resposta contra ataques cibernéticos.
•    Proteção contra ransomware: Camadas adicionais de segurança para proteger ambientes TO de invasões sofisticadas.

O evento reforçou a parceria da TI Safe com o Grupo Thales, líder global em inovações tecnológicas, que segue colaborando para o fortalecimento da segurança digital em ambientes industriais. As soluções apresentadas estão alinhadas às normas internacionais mais rigorosas, como o NIST (National Institute of Standards and Technology) e a IEC 62443, que regulam a proteção de sistemas críticos em TO.

O roadshow da TI Safe destacou a importância de avançar na cibersegurança de infraestruturas críticas para proteger setores essenciais contra ameaças cada vez mais sofisticadas. Com soluções como o Safer, o TI Safe Jump e o uso estratégico de IA, a empresa reafirma seu compromisso em liderar a transformação digital e proteger a Indústria 4.0 de riscos iminentes.



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