Atlas Schindler apresenta plataforma aberta que conecta elevadores a robôs e sistemas prediais

Solução amplia a automação em edifícios ao permitir que robôs utilizem elevadores de forma integrada, segura e sem dependência de fabricantes específicos.

Por Léa lobo

Atlas Schindler apresenta plataforma aberta que conecta elevadores a robôs e sistemas prediais

Foto: Divulgação 


A Atlas Schindler anuncia o Schindler CoLab, uma plataforma aberta que permite a integração de elevadores a robôs autônomos e a diferentes sistemas prediais. A solução foi desenvolvida para oferecer mais flexibilidade aos empreendimentos, sem limitar clientes a fabricantes, modelos ou tecnologias específicas.

A novidade chega em um momento em que edifícios residenciais, comerciais, hospitais, hotéis e shopping centers avançam na adoção de operações autônomas e sistemas cada vez mais conectados. Nesse contexto, a integração entre elevadores, robôs e demais soluções prediais passa a ter papel estratégico para ampliar a eficiência operacional e melhorar a experiência dos usuários.

Ao adotar um modelo de plataforma aberta, a Atlas Schindler busca oferecer liberdade de escolha aos clientes, evitando vínculos com tecnologias proprietárias ou fornecedores específicos. “Os modelos de robôs e as soluções digitais evoluem muito rapidamente. Por isso, optamos por um caminho que não limita as escolhas do cliente, permitindo que ele defina as tecnologias que melhor atendem às suas necessidades ao longo do tempo”, explica Sergio Wriedt, diretor de Novas Instalações da Atlas Schindler.

Com o Schindler CoLab, o elevador deixa de operar de forma isolada e passa a integrar o ecossistema tecnológico do edifício, trocando dados com outros sistemas e ampliando as possibilidades de automação. A solução contribui para que os empreendimentos se adaptem de maneira contínua às transformações do mercado e às novas demandas de operação.

Entre os principais ganhos estão a eficiência operacional, com apoio à automação de tarefas e à organização dos fluxos internos; a melhoria da experiência do usuário, ao viabilizar serviços mais ágeis e integrados para moradores, hóspedes, pacientes e colaboradores; e a flexibilidade tecnológica, ao permitir a conexão com diferentes modelos de robôs e sistemas, sem dependência de soluções proprietárias.

Na prática, a plataforma permite que robôs se desloquem de forma independente e coordenada utilizando os elevadores. Segundo Wriedt, as aplicações podem variar conforme o perfil do empreendimento. “Eles podem fazer tarefas variadas, desde a entrega de refeições em edifícios residenciais até a entrega de medicamentos em um hospital de grande porte. O robô chama o elevador e, ao chegar ao pavimento, há o acionamento das portas como se fosse um passageiro, tudo sem a necessidade de intervenções manuais e improvisos”, afirma.

Para o Facility Management, a tecnologia representa um avanço importante na gestão de edifícios mais inteligentes, conectados e eficientes. Ao integrar elevadores, robôs autônomos e sistemas prediais, o gestor de facilities ganha novas possibilidades para automatizar rotinas, otimizar fluxos operacionais, reduzir intervenções manuais e melhorar a qualidade dos serviços prestados aos usuários. Em ambientes de alta complexidade e fluxo, soluções como o Schindler CoLab ajudam a preparar os empreendimentos para uma operação mais ágil, segura e alinhada às novas demandas de automação e experiência do usuário.

Líderes de audiência

Data Center

BNDES amplia aposta em data centers nacionais com novo projeto de arquitetura modular

Financiamento de R$ 10,18 milhões para a ALGcom busca desenvolver uma solução brasileira capaz de reduzir em até 50% o tempo de implantação de data centers, em um momento de expansão da infraestrutura digital no país

Workplace

Licença-paternidade ampliada: o que essa mudança revela sobre os ambientes de trabalho?

A ampliação da licença-paternidade coloca um tema tradicionalmente tratado pelo RH dentro de uma discussão mais ampla sobre ocupação, experiência do colaborador e adaptação dos ambientes corporativos às novas formas de trabalho

Operações

CVM revê exigência para relatórios ESG e desloca discussão para a governança corporativa

Mudança na regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários retira a obrigatoriedade da divulgação de informações de sustentabilidade a partir de 2026, mas pressão de investidores, financiadores e cadeias globais de valor tende a manter a agenda ESG no centro das estratégias empresariais

Workplace

Itaú amplia trabalho presencial para três dias. O híbrido está entrando em uma nova fase?

Nova política amplia a presença física para parte dos colaboradores e reforça uma tendência observada em grandes empresas: a discussão sobre trabalho híbrido começa a migrar da quantidade de dias no escritório para a gestão da cultura, da colaboração e da experiência dos times

Sugestões da Redação

Mercado

Real Estate em 2026. O que orienta a escolha entre ocupar, adaptar ou investir?

Relatório da JLL mostra como a redução da oferta de novos empreendimentos valoriza ativos de alta qualidade no mercado imobiliário global

Outside Work

Em 2026, sua casa terá um "CPF". Entenda o que é o Cadastro Imobiliário Brasileiro e como ele afe...

Um novo cadastro nacional vai reorganizar a forma como o Estado enxerga os imóveis no Brasil. A partir de 2026, essa mudança começa a impactar impostos, transações e a gestão patrimonial

Revista InfraFM

Quando saúde mental, liderança e Workplace viram estratégia de negócio

De Harvard a Oxford, passando por CEOs que já transformam lucro em bem-estar: Mind Summit mostra que o futuro das organizações não é sobre espaços para trabalhar, e sim sobre espaços que libertam o melhor das pessoas. Facilities & Workplace entram no centro da estratégia corporativa

Revista InfraFM

O engenheiro que também aprendeu a cuidar de prédios vivos

A arquitetura humana e tecnológica dos campi do Insper integra educação, convivência e networking

Revista InfraFM

O futuro já começou. Quem vai gerenciá-lo?

Projetando a sociedade do futuro para as nossas vidas

Revista InfraFM

Azul por dentro da operação que faz o Brasil voar

Infraestrutura que trata o avião como cliente e formação que sustenta a excelência operacional da companhia aérea