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Lã de PET, utilizada em revestimento de paredes, é material inflamável?

Trisoft detalha a diferença entre espuma de Poliuretano (presente no incêndio da Boate Kiss) e o preenchimento de Lã de Poliéster

Notícia publicada em 19 de fevereiro de 2019

No dia 8 de fevereiro, dez atletas da base do time do Flamengo morreram em um incêndio ocasionado dentro do alojamento no Centro de Treinamento do clube. A Polícia Civil constatou através de uma análise preliminar que o fogo teve início a partir de um curto-circuito gerado no ar-condicionado e que pôde ser agravado através das amostras de espumas encontradas no local, utilizadas possivelmente no revestimento das paredes, configurando um provável uso do Poliuretano no revestimento do contêiner.

Especulações no mercado

Especialistas do setor apontam a espuma do Poliuretano como a grande vilã do acidente, por se tratar de um material altamente inflamável, capaz de liberar gases tóxicos através da queima da espuma. Segundo a Trisoft, maior empresa da América Latina em produção de itens derivados de fibras de garrafas PET e fabricante de produtos voltados para acústica arquitetônicaNos vídeos divulgados, os indícios de fumaça preta deixam dúvida quanto à presença dessa substância nas instalações, visto que o Poliuretano apresenta esse tipo de característica quando a espuma entra em combustão. Vale lembrar que há seis anos, em Santa Maria, município do Rio Grande do Sul, registrou 242 mortos no incêndio da Boate Kiss, que teve o Poliuretano considerado oprincipal causador da tragédia.

O mercado disponibiliza outras opções mais seguras e sustentáveis para o revestimento termoacústico de paredes, como por exemplo, a Lã de Pet, fabricada com lã de poliéster. Confira abaixo seus benefícios.

Lã de Poliéster

1) Conhecida como Lã de PET, é um material termoacústico fabricado a partir do reaproveitamento de garrafas PET, desenvolvida sem a necessidade de adicionar resinas ou água durante a fabricação no processo.

2) É a solução ecologicamente correta para o isolamento termoacústico, podendo, durante o processo de fabricação sofrer o acréscimo de outras fibras capazes de oferecer resistência ao fogo, ao impacto e a corrosão.

3) São materiais resistentes ao fogo, leves, hipoalergênicos, não proliferam fungos, bactérias ou mofo.

4) É 100% reciclável, preserva o meio ambiente, impede proliferação de fungos e bactérias, gera melhor custo-benefício, são fáceis de instalar e manter, autoextinguíveis (não propaga chamas), não leva resina em sua fabricação, dispensa o uso de EPI, é atóxica e também não se deteriora em contato com a água.

Foto: Divulgação Trisoft

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